Concurso no facebook? Acabou!

Concurso relâmpago nas redes sociais? Isso acabou! Pelo menos com a velocidade que se costumava acontecer. Concursos culturais são formas utilizadas por milhares de empreendedores  para alavancar vendas e “curtições” em suas páginas nas redes sociais. Uma “mão na roda” no quesito economia, por se tratar de uma ação de simples desenvolvimento e de alto impacto.

Com a portaria 422/13 publicada pelo Ministério da Fazenda, estas promoções ficam impossibilitadas de serem feitas com a agilidade que costumam acontecer, exigindo o cumprimento de trâmites um pouco mais burocráticos.

Um desafio maior pra quem busca alternativas de comunicação para o seu empreendimento.

Abaixo replicamos um importante texto postado no portal Meio & Mensagem feito por Felipe Turlão, e que dão esclarecimentos iniciais sobre a nova determinação.

Uma outra leitura importante é a da própria portaria, que você encontra clicando neste link.

 

Post do Meio & Mensagem do dia 26 de Julho de 2013

 

portaria 422/13 publicada pelo Ministério da Fazenda no dia 18 ainda gera muitas dúvidas sobre que tipos de ações ainda podem se enquadrar como concursos culturais e quais não podem mais. Confira explicações sobre as situações, a partir da análise de advogados e profissionais de agências ouvidos por Meio&Mensagem:

Redes sociais

O maior impacto da portaria, aparentemente, é nas ações de redes sociais, onde qualquer tipo de concurso cultural está proibido. As páginas de Facebook e de outras redes só poderão ser utilizadas para divulgação de concursos que estejam ocorrendo em outras plataformas, como TV ou site. A análise de juristas é que um concurso via Facebook obrigatoriamente já obriga a pessoa a fornecer seus dados para o anunciante, bem como curtir sua página. Por isso, a restrição total.

O advogado Igor Reichow explica que, a partir de agora, não será possível mais realizar concurso que obrigue as pessoas a curtir uma fanpage para participar. O impacto é muito grande já que todas as empresas hoje usam este recurso para aumentar os fãs.

“Com as novas regras, o grande desafio para as agências será repensar as estratégias de maneira que as redes sociais sejam utilizadas apenas como ferramenta para amplificar este tipo de ação, e não como plataforma para sua realização”, analisa Gabriel Borges, CEO da Ampfy.

Para Luís Felipe Cota, diretor de marketing da agência Goomark, as mudanças são necessárias e terão um efeito positivo em longo prazo. “Se há algo positivo em tirar os concursos culturais do Facebook é que, a partir de agora, o conteúdo desenvolvido pela marca torna-se ainda mais importante para conquistar o engajamento do fã, vai acabar aquela história de aumentar o engajamento em troca de prêmio”, diz.

O Facebook, a rigor, já possuía norma própria para regulamentar promoções em sua rede. Mas as marcas trabalhavam a partir de abas fora da timeline, conforme explica Borges. “A portaria abrange mais os concursos culturais realizados de maneira informal. Para nós, que trabalhamos com grandes marcas, já possuíamos algumas regras internas”, afirma.

 

Datas comemorativas

De acordo com a portaria, não será mais considerado concurso cultural ações vinculadas a eventos e datas comemorativas, como campeonatos esportivos, Dia das Mães, Natal, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Dia das Crianças, aniversário de Estado, de Município ou do Distrito Federal e demais hipóteses congêneres. “Não será possível vincular nenhum concurso com campeonato brasileiro, copa do mundo, dias das mães”, explica Reichow.

Marca não pode aparecer 

Um dos principais concursos culturais do País, o Talentos da Maturidade, não traz propaganda do Santander, que promove o concurso, ou de algum de seus produtos, como uma previdência privada. O exemplo é citado por Isabela Guimarães Del Monde, sócia do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados. Como nesse caso, a partir de agora, as marcas podem tão somente estar identificadas como realizadoras, de maneira discreta, no canal em que se realiza o concurso.

Outras restrições

Adivinhação: Estão proibidas ações de “sorte”. O concurso cultural é voltado tão somente para escolher o melhor de acordo com seu talento.

Pagamento: sob hipótese alguma uma ação poderá ser concurso cultural se ela tiver um mecanismo de cobrança de determinado valor do concorrente. Ou então, um mecanismo que faça o consumidor comprar algum bem, serviço, receber material publicitário ou mesmo fornecer seus dados para preenchimento de cadastro.

Embalagem: não são mais concursos culturais aqueles que forem divulgados nas embalagens de um produto. Seja da empresa que promove o concurso, seja de outras empresas.

Premiação: ações que premiem com produtos ou serviços do próprio anunciante não são mais consideradas concursos culturais.

Inscrições: não serão mais consideradas como concursos culturais ações que permitam inscrições por SMS, ou que dependam da adimplência do consumidor em relação a um dos produtos ou serviços do anunciante. Ou seja: a participação no concurso não pode estar atrelada ao fato de a pessoa ter pago ou não a conta do serviço prestado, ou estar em dia com as prestações do produto. Também não podem ser concursos ações restritas a clientes da promotora ou de empresas parceiras. Eles devem ser democráticos, abertos a todos.

Exemplos: 
Para facilitar o entendimento, Reichow enumera alguns concursos culturais de grandes empresas que não poderão mais ser enquadrados dessa forma – e devem se tornar “promoções comerciais” para continuarem permitidos. Confira:

 “Água Boa”
Realizado pela Editora Globo e com apoio da Unilever, o concurso cultural tem como prêmio um produto da própria marca Unilever.

“Carnabeijo”
Realizado pela Close-up no Facebook. Ações em redes sociais estão automaticamente descaracterizadas como concurso cultural.

“Dove quer você”
No próprio nome do concurso já tem o nome da marca, que deve apenas constar sem destaque como realizadora.

 

Virou “promoção comercial”. E agora?

Outra grande dúvida das pessoas é em relação ao que fazer com uma estratégia que não poderá mais ser considerada como concurso cultural. “Elas poderão continuar existindo, mas desde que com a denominação de promoção comercial”, afirma Isabela, da Patrícia Peck Pinheiro Advogados.

Ao se tornarem “promoções comerciais”, essas estratégias devem respeitar a lei 5.768, de 1971.

Ao serem enquadradas como promoções, explica Isabela, as marcas precisam fazer o “pedido de autorização para a realização de distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda”, que exige o pagamento de uma taxa, além de impostos. Assim, além de mais burocracia, a realização de uma promoção comercial tem um custo extra.

Quer ter uma ideia do impacto? Pela tabela da Caixa, uma das duas arrecadadoras do pedido (leia mais abaixo sobre o Seae), as promoções com prêmios entre R$ 50 mil e R$ 100 mil precisam pagar uma taxa de R$ 3.333. Já aquelas acima de R$ 1,7 milhão precisam pagar taxa de R$ 67 mil. Fora imposto de renda. Essa é uma das razões pela qual muitas marcas e agências faziam concursos culturais ao invés de promoção comercial. “Em contrapartida à promoção, o concurso cultural tem custos apenas em relação à operação, como honorários para o consultor que fez o regulamento, ou o webmaster que criou um hotsite”, afirma.

Além da Caixa, outro caminho para fazer o pedido é a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda. Essa via vale apenas para instituições financeiras.

Entretanto, empresas em geral podem fazer um termo junto a uma instituição financeira (pode ser banco, empresa de crédito, seguros e qualquer outra do setor) para promover a promoção via Seae, o que é mais rápido. Nesse caso, o prêmio oferecido pela promoção obrigatoriamente será algum título de capitalização daquela instituição que fez a “ponte”. “A empresa pode até anunciar que vai dar um carro de prêmio, mas o pagamento será em título de capitalização no valor do bem”, explica Reichow.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br

26/07/2013 at 15:53 Deixe um comentário

Escolhendo uma logomarca

logo

Se você estiver lançando um novo empreendimento, um novo produto ou serviço, ou até mesmo atualizando sua imagem, a primeira coisa que você precisa é de um logomarca. Se tiver dinheiro pra contratar um designer de qualidade, vá em frente. Os preços são os mais diversos no mercado, mas já lhe digo que os melhores deste setor não costumam ser tão acessíveis assim no quesito preço. O bom, nesse tipo de contratação é que o profissional sabe tudo o que perguntar a fim de produzir o melhor esboço possível para chegar aonde se quer, que é a sua identificação. Seu produto na mão de um bom projetista valerá sim cada centavo.

Lembre-se que o sua marca representa o seu empreendimento e seria muito difícil ser bem sucedido sem uma. A sua logomarca é o que permitirá você ser reconhecido por seus potenciais clientes. Uma vez definida, seu trabalho será torná-la visível para o maior número de pessoas possíveis.

Sem verba pra contratar um designer? 

Como grande parte dos empreendedores, por se tratar geralmente de recursos iniciais, a verba pra investir em comunicação muitas vezes é escassa para a contratação de profissionais. Mas não se apavore. Você mesmo pode dar início na criação de sua logomarca. Claro que as dicas a seguir não se tratam de algo que exclua o trabalho de um profissional, que é sempre o mais indicado, mas visa apenas auxiliar com algumas ferramentas que lhe ofereçam um norte, uma alternativa para definir algo tão importante para existência de seu empreendimento.

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Um projeto pra criação de uma logomarca pode tomar várias formas, e as formas simples podem ser tão eficazes quanto as mais complicadas. Sugiro que  inicie tentando utilizar na rascunho de criação de logomarca:

O nome ou as iniciais de sua empresa ou de seu produto;

Pode também tentar usar um símbolo abstrato (Algo parecido como a das empresas de automóveis);

Pesquisar por figuras simples podem ser alternativas de referência;

Uma combinação de nome e desenho é um dos mais usuais.

Hora de se inundar de marcas

Recomendo que a partir de agora você mergulhe em uma pesquisa e veja outras logomarcas. Visualize  e salve uma copia daquelas das quais você mais se identifica e separe as que não gostou. Pense em por que você se sentiu interessado por determinada marca x ou y. Procure identificar a relação de determinada logomarca com a empresa. Isso o ajudará a compreender superficialmente o conceito visual utilizado. Verifique quais as cores utilizadas. (Especificamente sobre cores, vou falar mais adiante) , se houver letras nas marcas pesquisadas, qual a forma das letras? Essas informações o ajudarão na criação de sua própria logomarca.

Em breve mais posts aqui no blog.

04/07/2013 at 20:32 Deixe um comentário

ISSUU: Como usar?

Publicar conteúdo na internet de forma super elegante. É o que o ISSUU faz de melhor.  Publicações ganham mais leitores quando são feitas de uma forma profissional e de fácil manuseio. Se você é um prestador ou prestadora de serviços, já imaginou ter um belo catálogo com a descrição de sua atividade? Se é um comerciante ou uma comerciante de produtos, um portfólio virtual com seus itens disponíveis seria interessante, não acha?

Pra fazer isso de graça, você precisa conhecer o ISSUU. Um site no qual você importa apresentações, documentos e arquivos e os transforma em um documento online e de fácil manuseio.

Acompanhe no link abaixo este breve vídeo com algumas dicas sobre como utilizar o serviço.

Trata-se de um post no Sabixão.com.br.

Vídeo da aula – 30min

*Veja o passo-a-passo de como usar o Issuu – Apresentação.

* O ISSUU passou por um upgrade recentemente mas a funcionalidade se mantém.

 

19/02/2013 at 4:03 12 comentários

Marketing com simplicidade vende muito

por Denys Cruz 

No dia-a-dia do mercado empresarial, costumamos achar que marketing é uma área reservada a um setor de uma empresa, segregado a algumas cabeças excepcionalmente brilhantes,algo caríssimo e difícil de entender. Digo a você que não é bem assim. O marketing não é uma unidade ou um setor. O marketing é a empresa. Não esqueça.  O marketing nos dá o direcionamento sobre o que produzir, quanto e em que prazo, que serviços fornecer, que preços cobrar, que descontos oferecer, onde e quando anunciar e finalmente, o que dizer aos clientes e como dizê-lo. Percebe o grau de importância que tem esse nome tão popular? Trata-se de um motor que conduz todas as atividades em um empreendimento e em todas as atividades.  É a diferença entre o sucesso e o fracasso.

E você sabe muito bem que bons profissionais de marketing custam caro. Os de larga experiência e habilidades específicas estão entre os mais bem pagos deste país. Principalmente os do campo eleitoral (Mas isso é outro assunto). Seria muito bom ter uma consultoria ou contar com a assessoria de peso de um Lula Vieira, não? Porém esses profissionais estão fora de nosso alcance. Dessa forma, como aplicar um marketing de baixo custo, em um nível semelhante ao que vemos em grandes empreendimentos?

A primeira resposta é que não podemos e nem precisamos. Não precisamos dominar todas as habilidades, apenas buscar atender às necessidades do próprio empreendimento. Falo isso em particular. Grandes agências de publicidade podem contar com grandes mestres da fotografia nacional, mas a fotografia que você faz, usando aquela câmera emprestada do seu amigo, aquela baratinha, lógico, quando bem ajustada, faz fotos descentes que servem muito bem em muitas criações pra divulgação.

Amigo, digo a você que o marketing não é toda essa aura intransponível assim. O que você precisa, para alavancar o seu negócio é ter pelo menos, elementos básicos do marketing, para assim saber quais passos dar e que erros evitar. O propósito deste blog é o de esclarecer sobre alguns princípios que envolvem esse tema e oferecer uma variedade de informações e técnicas de baixo custo.  Sendo simples em suas produções, você economiza para investimentos em outros setores do seu negócio e passa a ter resultados maiores.

11/07/2010 at 18:07 3 comentários

Uma base acessível

Este blog aponta alternativas por meio dos principais conceitos de marketing, com a perspectiva na qual a redução de despesas é peça essencial. Questões sobre planejamento e pesquisa, diretamente relacionadas com o mundo dos negócios, serão vista aqui de maneira realista. Vamos falar sobre estratégias de comunicação, um dos pontos fundamentais do marketing. Isso tudo sobre uma ótica regional. 

É um prazer ter você aqui.

Denys Cruz publicitário

Manaus – Amazonas

05/07/2010 at 22:42 1 comentário


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